quarta-feira, 6 de junho de 2007

Epígrafe - Mário de Sá-Carneiro

A sala do castelo é deserta e espelhada.

Tenho medo de mim. Quem sou? D’onde cheguei?...

Aqui, tudo já foi… Em sombra estilizada,

A cor morreu – e até o ar é uma ruína…

Vem d’Outro tempo a luz que me ilumina –

Um som opaco me dilui em Rei...

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