Sábado, 21 de Agosto de 2010
Amo-te
Simplesmente pensei que não existisses... Mas desde aquele dia o meu sorriso foi diferente, o brilho dos meus olhos passou a ser diferente... Desde aquele dia soube que existias e que nunca mais eu seria infeliz... Tudo isso porque existes! E eu amo-te por existires... e eu amo-te por seres quem és... E eu amo-te por me fazeres feliz... Amo-te por nunca me deixares só.
Sexta-feira, 20 de Agosto de 2010
Amo como ama o amor
Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo?
Fernando Pessoa
Fernando Pessoa
Terça-feira, 8 de Abril de 2008
Te Amo
Te amo tanto que chega a doer,
doer o meu peito,
o peito que fazes sofrer.
Te amo tanto que chego a chorar,
por não te ter aqui
para me abraçar.
Te amo tanto que só sei sofrer,
porque eu te vejo
de uma maneira
que tu não me vez.
Mas posso dizer que te amo tanto,
que nunca vou te esquecer,
porque esquecer seria
esquecer o amor de viver.
Não tenho coragem de arriscar,
de pessoalmente botar tudo a perder.
é que não consigo viver sem te ter.
doer o meu peito,
o peito que fazes sofrer.
Te amo tanto que chego a chorar,
por não te ter aqui
para me abraçar.
Te amo tanto que só sei sofrer,
porque eu te vejo
de uma maneira
que tu não me vez.
Mas posso dizer que te amo tanto,
que nunca vou te esquecer,
porque esquecer seria
esquecer o amor de viver.
Não tenho coragem de arriscar,
de pessoalmente botar tudo a perder.
é que não consigo viver sem te ter.
Terça-feira, 4 de Março de 2008
As Sem-Razões do Amor
As Sem-Razões do Amor
Carlos Drummond de Andrade
Eu te amo porque te amo
Não precisas de ser amante.
e nem sempre sabes sê-lo
Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça
Amor é dado de graça,
É semeado no vento,
Na cachoeira e no eclipse.
Amor foge a dicionários
E a regulamentos vários.
Eu te amo porque não amo
Bastante ou demais a mim.
Porque amor não se troca
Não se conjuga não se ama
Porque amor é amor a nada,
Feliz e forte em si mesmo.
Amor é primo da morte
E da morte vencedor,
Pois mais que o matem (e matam)
A cada instante de amor.
Carlos Drummond de Andrade
Eu te amo porque te amo
Não precisas de ser amante.
e nem sempre sabes sê-lo
Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça
Amor é dado de graça,
É semeado no vento,
Na cachoeira e no eclipse.
Amor foge a dicionários
E a regulamentos vários.
Eu te amo porque não amo
Bastante ou demais a mim.
Porque amor não se troca
Não se conjuga não se ama
Porque amor é amor a nada,
Feliz e forte em si mesmo.
Amor é primo da morte
E da morte vencedor,
Pois mais que o matem (e matam)
A cada instante de amor.
Domingo, 9 de Dezembro de 2007
OS DOIS MUNDOS
Os Dois Mundos
Vivemos em dois mundos
Com um portal a separa-los
Não se entra nos dois como um
O sentido é pouco ou nenhum
Será possível ama-los?
Ambos têm fundos
E ambos são moribundos
Pessoas iguais
Mas são todas diferentes
São duas selvas separadas
Varias almas penadas
São as nossas mentes
As palavras são banais
Mas são dois mundos reais
Mas nada se pode fazer
São dois mundos juntos
São duas espécies fracas
Com as costas cheias de facas
Com golpes profundos
Sem força para viver
E sem algo para renascer
Vivemos em dois mundos
Com um portal a separa-los
Não se entra nos dois como um
O sentido é pouco ou nenhum
Será possível ama-los?
Ambos têm fundos
E ambos são moribundos
Pessoas iguais
Mas são todas diferentes
São duas selvas separadas
Varias almas penadas
São as nossas mentes
As palavras são banais
Mas são dois mundos reais
Mas nada se pode fazer
São dois mundos juntos
São duas espécies fracas
Com as costas cheias de facas
Com golpes profundos
Sem força para viver
E sem algo para renascer
Segunda-feira, 3 de Dezembro de 2007
Álibi
Álibi
Havia mais que um desejo
A força do beijo
Por mais que vadia
Não sacia mais
Meus olhos lacrimejam
teu corpoExposto
à mentira do calor da ira
No afã de um desejo
que não contraíra
No amor,
a tortura está por um triz
Mas gente atura e até se mostra feliz
Quando se tem o álibi
De ter nascido ávido
E convivido inválido
Mesmo sem ter havido, havido
Havia mais que um desejo
Havia mais que um desejo
A força do beijo
Por mais que vadia
Não sacia mais
Meus olhos lacrimejam
teu corpoExposto
à mentira do calor da ira
No afã de um desejo
que não contraíra
No amor,
a tortura está por um triz
Mas gente atura e até se mostra feliz
Quando se tem o álibi
De ter nascido ávido
E convivido inválido
Mesmo sem ter havido, havido
Havia mais que um desejo
Domingo, 25 de Novembro de 2007

Coimbra é uma cidade portuguesa, capital do Distrito de Coimbra, principal cidade da região Centro de Portugal e situada na subregião do Baixo Mondego, com aproximadamente 168.000 habitantes (2006). Contando com os cerca de 20.000 estudantes de fora, e as 40.000 pessoas de municipios vizinhos que mantêm o seu posto de trabalho em Coimbra, a cidade tem uma população presente de 230.000 habitantes o que a torna a terceira maior cidade do país. E é uma das cidades mais antigas de Portugal, tendo como principal ex-líbris a sua Universidade, uma das mais antigas da Europa
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